Menos opcionais, maior valor de revenda

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Antigamente o carro era oferecido pela montadora quase sem equipamentos. Tudo era opcional, quer dizer: o consumidor tinha que pagar a mais por um vidro elétrico, um ar condicionado, um sistema de som.

Até o retrovisor do lado direito era considerado um opcional. Não dá pra acreditar, mas é verdade. Só passou a ser de série quando a legislação passou a exigir.

Aos poucos – e muito lentamente – os carros começaram a vir mais equipados, mas ainda assim as fábricas ofereciam pacotes de equipamentos.

Hoje, muitas montadoras colocam uma quantidade, de acordo com a versão: a versão de entrada tem os equipamentos básicos e a topo de linha vem com mais sistemas e tecnologia.

Essa estratégia, além de facilitar a compreensão do consumidor sobre o que ele está comprando, tem como objetivo manter o valor do carro no mercado de usado, de forma a garantir ao seu proprietário menor depreciação na hora da revenda.

Isso porque, cada vez mais as marcas estão preocupadas com o valor de revenda do carro. Quando a pessoa coloca um equipamento fora de linha, um acessório, esse investimento não terá retorno na hora da revenda.

E o valor de revenda é o atributo que o comprador mais leva em conta na hora de comprar um carro zero, para não quer perder muito na hora da troca.

O investimento feito nos opcionais na compra do zero não terá retorno na revenda. Um sistema de ar condicionado, que custa cerca de R$ 3 mil; um conjunto de rodas de liga leve (R$ 2 mil) e um câmbio automático (R$ 3 mil), por exemplo, não serão considerados no valor de revenda caso tenham sido comprador separadamente. Por isso, eles devem fazer parte do pacote na compra o zero.

Para o consumidor, o melhor negócio é comprar um carro que já venha com todos os equipamentos desejados.

Carros por habitante e mortes no trânsito

Nos EUA, 47 mil pessoas morrem por ano em consequência de acidentes de carro, a um custo social de 56 bilhões de reais.

No Brasil, o número de mortes é semelhante, mas a frota de veículos é menos da metade. Os EUA têm 797 carros para cada 1000 habitantes e o Brasil tem 381 para cada mil, conforme dados de 2010.

O país com mais carros por habitante é San Marino: tem 1.263 carros para cada mil, é o único que tem mais de um carro por pessoa.

Togo, na África é o país que tem proporcionalmente menos carros: apenas dois para cada mil habitantes.

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