Modelo da Honda foi campeã geral da quinta edição do Selo Maior Valor de Revenda 2020: perdeu apenas 4,6% em um ano

Empurrado pelo aumento expressivo da entrega de comida e outros produtos em domicílio, por causa da pandemia do coronavírus, o mercado de motos explodiu no segundo semestre de 2020 e o ano terminou com absoluta falta de produto nas concessionárias. O resultado foi o aumento dos preços, que atingiu também o mercado de seminovas e portanto grande parte das motos teve boa valorização este ano, conforme constatação do Estudo de Depreciação da Autoinforme, mas nenhuma teve uma valorização tão expressiva quanto a Honda CG 160. Ela foi a campeã Geral do quinto Selo Maior Valor de Revenda, organizado pela Agência Autoinforme em parceria com a Textofinal de Comunicação. A moto da Honda registrou uma depreciação de apenas 4,6% depois de um ano de uso, o mais baixo índice registrado nesses cinco anos de premiação.

Além de ter a campeã geral, a Honda foi também a marca que obteve o mais número de títulos por categoria, cinco no total. A marca venceu nas categorias:

Crossover com a CB 500X

Motoneta com a BIZ 110i/125i

Scooter até 200 cc com a PCX 150

Sport acima de 800 cc com a CBR 1000 RR Fireblade

Outras treze motocicletas, de oito marcas, foram contempladas no Selo Maior Valor de Revenda Motos 2020, são elas:

Shineray XY50 (categoria 50 cc)

BMW F750 GS (Big Trail até 800 cc)

BMW F850 GS (Big Trail acima de 800 cc)

Triumph Street Twin 900 (Clássica)

Kawasaki Vulcan S 650 (Custom até 800 cc)

Harley-Davidson XL883N Iron (Custom acima de 800 cc)

Yamaha MT-07 689 (Naked até 800 cc)

Yamaha MT-09 850 (Naked acima de 800 cc)

Kymco Downtown 300i (Scooter acima de 200 cc)

Kawasaki Ninja 400 (Sport até 800 cc)

Yamaha XTZ 250 Lander (Trail)

BMW G310 GS (Trail Média)

Harley-Davidson Road Glide (Touring).

O Estudo de Depreciação avaliou o comportamento de 138 motos, de 17 marcas de todas as categorias, considerando exclusivamente os preços praticados no mercado, evitando assim as distorções vistas no mercado nesses últimos meses, quando o preço de tabela da moto OK muitas vezes ficou abaixo do preço de uma moto seminova. Claro que essa moto OK não foi comercializada pelo preço de tabela, daí a importância de considerar no Estudo o preço praticado pela concessionária, que chamamos de Preço de Verdade.

A moto proporcionou o verdadeiro direito de ir e vir para grande parte da população. Em 2000, pouco mais de 3,5 milhões de brasileiros utilizaram a moto para o seu transporte. Hoje são mais de 20 milhões. Daí a importância deste Selo, que procura incentivar a indústria e os importadores a oferecerem melhores produtos e melhores serviço de pós-venda. A certificação tem o objetivo também de orientar o consumidor sobre os produtos que menos perdem valor no mercado de usados.

Veja o vídeo do evento de premiação